Como funciona a análise SWOT na gestão de projetos?

Como funciona a análise SWOT na gestão de projetos?

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Para gerenciar bem os seus projetos é preciso estar atento a tudo o que acontece dentro e fora da empresa, pois assim poderá identificar ameaças ou oportunidades. Para tanto, a análise SWOT é uma poderosa ferramenta.

Ela facilita a análise e o planejamento estratégico. O nome SWOT é o acrônimo de 4 palavras em inglês (strengths, weaknesses, opportunities, threats) que, em português, significam respectivamente: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Reunimos algumas informações sobre o assunto e dicas de como usar a análise SWOT na gestão de projetos. Quer saber muito mais? Continue a leitura do nosso artigo!

Como usar a análise SWOT na gestão de projetos?

Todo projeto é de responsabilidade de pessoas físicas ou jurídicas, que têm uma quantidade limitada de recursos para a sua execução. Esses recursos representam as forças e fraquezas do projeto, que devem ser analisadas para a adequada aplicação.

Logo, o primeiro passo é olhar para dentro da empresa, identificar os recursos disponíveis e classificá-los como forças (úteis e que podem potencializar o sucesso) ou fraquezas (inúteis, que devem ser neutralizadas ou eliminadas).

Mas, ainda não é o fim, todo projeto também está inserido em um ecossistema maior, o mercado. Este é repleto de oportunidades e ameaças, que devem ser identificadas e aproveitadas de modo que beneficie o projeto. Assim, terá maior sucesso.

Como identificar forças e fraquezas no projeto?

Como explicado, as forças e fraquezas representam variáveis do projeto, do setor ou da própria empresa. Na verdade, são recursos que podem ser úteis ao trabalho bem-sucedido ou inúteis. Para entender melhor, veja um exemplo:

  1. profissionais qualificados são forças;
  2. ausência de equipes de alta performance é uma fraqueza;
  3. instalações precárias são fraquezas;
  4. máquinas de ponta são forças.

Então, comece fazendo uma lista de todos os recursos (humanos, financeiros e materiais) necessários à execução do projeto e depois classifique-os em forças e fraquezas. As forças devem ser aproveitadas e as fraquezas corrigidas ou eliminadas.

Como identificar as oportunidades e ameaças?

Agora que já entende o ambiente interno, suas forças e fraquezas, é hora de olhar para o ambiente externo. Nele, poderá identificar muitas oportunidades e ameaças que também devem ser aproveitadas para potencializar o projeto. Veja exemplos:

  1. a redução de impostos é uma oportunidade;
  2. o surgimento de novos concorrentes é uma ameaça;
  3. a escassez de mão de obra qualificada é uma ameaça;
  4. o surgimento de uma nova classe consumidora é uma oportunidade.

Então, faça uma lista das variáveis do ambiente externo (políticas, legais, econômicas, ambientais, microambientais, etc.) e depois classifique-as adequadamente. O ideal é usar as oportunidades antes da concorrência e se esquivar das ameaças existentes.

Como relacionar as variáveis internas e externas?

Uma última dica é relacionar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, assim poderá ter uma visão mais sistêmica do que acontece e um maior sucesso na gestão de dejetos. Para tanto, o ideal é usar a Matriz SWOT (um quadro dividido em quatro partes iguais, em que é possível incluir cada uma das variáveis).

Ao relacionar os profissionais qualificados de dentro da empresa (força) com a falta de mão de obra qualificada do mercado (ameaça), saberá que deve reter as pessoas ao máximo. Faça essa relação com cada uma das variáveis identificadas na análise SWOT.

Como pode observar, a ferramenta é relativamente simples e pode ser uma grande fonte de aprendizagem organizacional, então não deixe de usá-la. Assim, poderá melhorar a gestão de projetos, reduzir os custos e maximizar a eficiência operacional.

Agora você está por dentro do assunto e entende a análise SWOT na gestão de projetos, certo? Aproveite para continuar aprendendo. Assine nossa newsletter e receba novos conteúdos sobre gestão de projetos e organização em seu e-mail.

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